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Publicado em 28, Jan 2021 por fiesc-admin
emprego industrial
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No mês de dezembro de 2020 a indústria catarinense fechou com o saldo de -13.661 empregos, sendo -10.658 da indústria de transformação. Esse movimento é comum para o mês em função do encerramento de contratos. Ainda assim, o resultado foi superior no comparativo com dezembro de 2019 que teve um saldo negativo de -19.816. 

grafico saldo de empregos

No acumulado do ano, Santa Catarina encerrou o ano de 2020 com o saldo positivo de 53.050 novos empregos, sendo 27.503 apenas da indústria (25.192 indústria de transformação), principal setor responsável pela criação de empregos no estado, seguido do setor de serviços (17.776), comércio (7.141) e agropecuária (630). Isso coloca o estado em primeira posição no saldo de empregos total, da indústria geral e indústria de transformação no Brasil (142.690, 95.588 e 90.013, respectivamente).

Esse resultado chama atenção, uma vez que 2020 foi um ano atípico para a econômica catarinense e no mundo todo. A título de comparação, de acordo com a prévia do PIB, divulgado pelo Banco Central, o Índice de Atividade Econômica do estado para 2019 foi de crescimento de 2,4% da economia catarinense e o saldo de emprego total fechou com 71.406, sendo 25.640 apenas da indústria. Enquanto para o ano de 2020, de janeiro a novembro, a prévia do PIB é de queda de -2,1% e o saldo de emprego, 53.050. A diferença do saldo foi de 18.356 empregos entre os dois anos para a economia como um todo, porém a indústria catarinense obteve um resultado superior de saldo de emprego com 27.503 em 2020 frente a 25.640 em 2019. 

grafico saldo de empregos por setor

Em relação ao desempenho por setor, no acumulado do ano, a maioria dos setores fecharam com saldo de emprego positivo, com exceção da indústria gráfica e de têxtil, confecção, couro e calçados. Assim como foi acompanhado ao longo do ano de 2020, o destaque do mercado de trabalho foi no setor de Alimentos e Bebidas, com saldo de 10.943 empregos gerados no ano, seguido de Produtos Químicos e Plásticos (5.094) e Madeira e Móveis (5.026), setores que tiveram suas demandas aumentadas em função da nova dinâmica da pandemia na atividade econômica.
 

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